Chamada acadêmica permanente

Coorientação científica para perguntas que merecem método.

O Instituto Termodiagnose Brasil está aberto a estudantes, docentes, programas de pós-graduação e grupos de pesquisa que desejem desenvolver estudos em termologia médica, termografia infravermelha, dor, microcirculação e ciência de dados em saúde.

Focopesquisa aplicada
Formatocoorientação e colaboração
Produto esperadoestudo publicável
Convite

Há espaço para quem quer aprender pesquisa fazendo pesquisa.

A proposta não é oferecer uma orientação informal sem direção. A ideia é construir cooperações reais: ajudar a formular a pergunta, escolher o desenho do estudo, organizar o protocolo, discutir variáveis, interpretar dados e transformar o trabalho em texto científico.

Quando houver orientador formal ou programa acadêmico envolvido, a participação do Instituto pode ocorrer como coorientação científica, colaboração metodológica ou parceria de pesquisa, sempre respeitando as regras da instituição de origem e as exigências éticas aplicáveis.

Perfis de colaboração

O melhor encontro acontece quando curiosidade encontra responsabilidade metodológica.

As propostas são avaliadas caso a caso. O critério principal é o alinhamento entre pergunta científica, viabilidade, ética, disponibilidade de dados e potencial de contribuição real para a termologia médica.

01

Estudantes

Para quem deseja iniciar um projeto de iniciação científica, TCC, mestrado ou doutorado envolvendo termografia, dor, inflamação, microcirculação, revisão de literatura ou análise de dados.

02

Docentes e programas

Para orientadores, departamentos e programas de pós-graduação que queiram aproximar pesquisa clínica, imagem funcional, estatística e publicação científica.

03

Grupos de pesquisa

Para equipes que já possuem dados, casuística, pergunta clínica ou infraestrutura e procuram colaboração em desenho metodológico, termologia e interpretação radiométrica.

Temas naturais

Onde uma parceria pode começar.

A colaboração pode nascer de uma pergunta clínica pequena, desde que ela seja bem formulada. Em pesquisa, uma pergunta bem recortada costuma valer mais do que uma ambição grande demais.

Termografia e dor crônicapadrões térmicos, sensibilização, dor neuropática, dor nociplástica e correlação clínica
Inflamação e microcirculaçãoassimetrias, gradientes, resposta funcional e padronização de regiões de interesse
Protocolos e metodologiaaquisição, aclimatação, controle ambiental, reprodutibilidade e leitura radiométrica
Ciência de dados em saúdematrizes térmicas, estatística aplicada, cientometria, revisões e visualização de dados
Como iniciar

Uma boa proposta cabe em uma página.

1Contexto

Quem você é, qual seu vínculo acadêmico e em que etapa está: ideia inicial, projeto, coleta, análise ou redação.

2Pergunta

Qual problema você quer investigar e por que ele importa para a saúde, para a termologia ou para a prática clínica.

3Viabilidade

Que dados, pacientes, imagens, documentos, orientador, comitê de ética ou infraestrutura já existem.

4Próximo passo

Se houver alinhamento, a conversa avança para desenho metodológico, responsabilidades, cronograma e produto científico esperado.

Parcerias acadêmicas

Boas perguntas merecem companhia científica.

Se você é estudante, docente ou pesquisador e tem uma pergunta séria em termografia, dor, termologia médica ou dados em saúde, envie uma proposta curta. O primeiro passo não precisa ser perfeito; precisa ser honesto, claro e metodologicamente possível.