Sobre o Instituto

Método, clínica e imagem funcional.

O Instituto Termodiagnose Brasil nasce para desenvolver, estudar e difundir a termologia médica como uma área de conhecimento baseada em fisiologia, protocolo, imagem funcional e análise de dados em saúde.

Naturezaimagem funcional
Linguagemmatriz térmica
Critériocorrelação clínica
Por que existe

A termologia médica precisa de linguagem própria, rigor técnico e responsabilidade clínica.

Durante muito tempo, a termografia foi apresentada de forma simplificada demais: como promessa diagnóstica rápida ou como imagem visualmente impressionante. O Instituto nasce em outra direção. O objetivo é aproximar a termologia médica de protocolos, estatística, fisiologia, ciência de dados e validação translacional.

A leitura térmica não substitui radiografia, ultrassonografia, tomografia, ressonância ou exames laboratoriais. Ela acrescenta uma camada diferente: a distribuição térmica da superfície corporal como expressão funcional de processos fisiológicos que precisam ser interpretados com método.

Imagem termográfica posterior do corpo humano usada como representação de imagem funcional
A imagem térmica é uma representação visual de uma matriz radiométrica. O dado vem antes da paleta.
O que defendemos

A termografia deve ser ensinável, auditável e comparável.

O Instituto trabalha para que a termologia médica seja compreendida como técnica funcional séria: dependente de aquisição padronizada, análise quantitativa, interpretação clínica e limites bem definidos.

01

Função, não anatomia

A termografia não descreve forma, massa, fratura ou estrutura interna. Ela observa padrões térmicos superficiais relacionados a função, perfusão, inflamação e regulação autonômica.

02

Matriz, não impressão visual

A paleta de cores ajuda o olho humano, mas a interpretação responsável depende da matriz térmica, de regiões de interesse, de comparação e de estatística.

03

Complemento, não substituição

A termologia médica deve dialogar com a clínica e com outros exames. Seu papel é complementar perguntas funcionais, não substituir métodos anatômicos ou laboratoriais.

Direção científica

A direção parte da medicina da dor crônica para dialogar com imagem funcional e pesquisa aplicada.

Diretor científico João Alberto S. Ribeiro CRM/SP 119.485

Médico com ampla experiência no tratamento da dor crônica e em cuidados paliativos, com atuação em termologia médica e pesquisa aplicada à saúde humana. À frente do Instituto Termodiagnose Brasil, busca conectar prática clínica, literatura biomédica, análise de dados, formação científica e fomento à pesquisa.

Como trabalhamos

Cada imagem precisa responder a uma pergunta melhor.

protocolo

Condições ambientais, aclimatação, posicionamento, distância, emissividade e documentação técnica fazem parte do dado.

quantificação

Regiões de interesse, assimetrias, gradientes, médias, dispersão e evolução temporal ajudam a separar observação de evidência possível.

clínica

Nenhum padrão térmico fala sozinho. A interpretação depende da história, do exame clínico, da hipótese e dos métodos complementares adequados.

formação

O Instituto busca fomentar pesquisa, educação científica, coorientações, publicações e parcerias que fortaleçam a termologia médica no Brasil.

Instituto Termodiagnose Brasil

Não propomos atalhos diagnósticos. Propomos método.

A termologia médica avança quando cada imagem é tratada como dado, cada dado como evidência possível e cada evidência como parte de uma pergunta clínica bem formulada.